Nua, mas para o amor não cabe o pejo
Na minha a sua boca eu comprimia.
E, em frêmitos carnais, ela dizia:
– Mais abaixo, meu bem, quero o teu beijo!
Na inconsciência bruta do meu desejo
Fremente, a minha boca obedecia,
E os seus seios, tão rígidos mordia,
Fazendo-a arrepiar em doce arpejo.
Em suspiros de gozos infinitos
Disse-me ela, ainda quase em [...]
Arquivo da categoria ‘Poesias’
Delírio
Publicado em Poesias em 1 01UTC Junho 01UTC 2008 | Deixar um comentário »
Leituras Noturnas
Publicado em Poesias em 10 10UTC Abril 10UTC 2007 | Deixar um comentário »
Deus habita em tudo,
Do minuto inicial de vida
Ao Homem — a consumação deste plano
Do ser. a conclusão desta esfera
Da vida: seus atributos espalhados
Aqui e ali pelo mundo visível,
Pedindo para serem combinados,
São pálidos fragmentos destinados
A se unirem num todo esplendoroso,
Qualidades ainda imperfeitas,
Que se encontram por toda a criação,
Sugerem uma criatura a ser formada,
Um ponto onde todos [...]
Amanhecendo
Publicado em Poesias em 20 20UTC Março 20UTC 2007 | 2 Comentários »
Calmo é o orvalho:
Sereno chega
e sereno permanece.
-Luis Vicente Susin –
Da série Poemas no Ônibus
As ensinanças da dúvida
Publicado em Poesias em 16 16UTC Janeiro 16UTC 2007 | 1 Comentário »
Tive um chão (mas já faz tempo)todo feito de certezastão duras como lajedos.
Agora (o tempo é que fez)tenho um caminho de barroumedecido de dúvidas.
Mas nele (devagar vou)me cresce funda a certezade que vale a pena o amor
-Thiago de Mello-
Será mesmo que vale?
Delírio
Publicado em Poesias em 17 17UTC Novembro 17UTC 2006 | 1 Comentário »
Nua, mas para o amor não cabe o pejo
Na minha a sua boca eu comprimia.
E, em frêmitos carnais, ela dizia:
– Mais abaixo, meu bem, quero o teu beijo!
Na inconsciência bruta do meu desejo
Fremente, a minha boca obedecia,
E os seus seios, tão rígidos mordia,
Fazendo-a arrepiar em doce arpejo.
Em suspiros de gozos infinitos
Disse-me ela, ainda quase em [...]
Devaneio de Um Grão de Areia
Publicado em Poesias em 4 04UTC Novembro 04UTC 2006 | Deixar um comentário »
Nessa minha vida pequena,só queria a carícia amena de um calcanhar de mulher.
-Josimara Tonella Estigarriba-Poemas no ônibus 14ª Edição
Fantasmas
Publicado em Poesias em 25 25UTC Outubro 25UTC 2006 | Deixar um comentário »
Velhos fantasmas
arrastam correntes
nas masmorras
da minha mente
É primavera…
Publicado em Poesias em 18 18UTC Outubro 18UTC 2006 | Deixar um comentário »
by-Caio Lucas
É primavera…
Espero os momentos,
a vida,
as estações, o dia,
à noite, nós.
Demore um pouco e me deixa louco,
como foi setembro, o outro,
se chegar, toque meu rosto,
talvez ainda seja inverno.
Traz o braço, o abraço,
deixa-me quente,
faz [...]
MERLIN
Publicado em Poesias em 14 14UTC Julho 14UTC 2006 | Deixar um comentário »
Ó Merlin, no fundo de tua gruta,
Imerso no esplendor do cristal,
Haverá um dia um cantador,
Cuja música possa acariciar
Os vincos moldados pelo dedo de Adão
Nas ondas e nas campinas?
Ou um corredor que passe além
Da longa sombra que o homem gerou,
Ao irromper pelo portal da história,
E devolva a maçã à [...]
São assim os poetas
Publicado em Poesias em 17 17UTC Janeiro 17UTC 2005 | 2 Comentários »
São assim os poetas:
Dão no pino do Inverno
Versos da primavera.
A razão ?
Talvez seja
Que neles o coração
Mesmo velho viceja.
(Miguel Torga)